"Não há formas, mas a Forma equilibrada e sutil; a sombra única em mil gamas de luz se deforma." Sérgio Buarque de Holanda

Doce batom vermelho.




Imprevisível e sempre reprimido
Sublimações em qualquer encontro
Uma brncadeira, um sorriso bobo
Alguns desencontros, palavras secas
Assim vamos sobrevivendo ao impossível
Até que sejamos outros ou
Façamos do nosso amor
uma história sem fim,
sem princípio.



7 Comments:

Éverton Vidal Azevedo said...

Leandro,

Bom vê-lo por aqui outra vez mano.
O impossível vai-se, torna-se possível no amor. A vida é cheia dessas coisas.

Adriano Caroso said...

Você andava sumido Leandro. Suas palavras, doces como um batom vermelho na boca amada, encheram meu início de domingo de poesia. Bom te ver irmão.
Abração

Camila said...

Saudade da sua poética. Saudade do seu modo de ver e sentir o amor. Porque nem toda história de amor tem um final ou um começo certo. E nem todo batom vermelho é doce também. Pelo menos nem sempre.

Beijo grande, Lê!

Glaucia said...

Perfeito, Leandro!

Não resisti e li de trás pra frente também...
E ficou lindo da mesma forma, porque sua poesia é como o amor, não tem princípio, nem fim. E é viva!

Amei. Saudade de te ler.
Beijos.

Thais said...

Bótimo te ver cá por essas bandas, Lê!!!!!
E, bem, o que seria do mundo se não fosse a sublimação, heim?

Éverton Vidal Azevedo said...

Gostei do "Bótimo" rs.

D.Rocha said...

Ah Leandro, você ta apaixonado.. assim não vale! Dá nem pra competir! Rsrsrs

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