
Imprevisível e sempre reprimido
Sublimações em qualquer encontro
Uma brncadeira, um sorriso bobo
Alguns desencontros, palavras secas
Assim vamos sobrevivendo ao impossível
Até que sejamos outros ou
Façamos do nosso amor
uma história sem fim,
sem princípio.
Doce batom vermelho.
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7 Comments:
Leandro,
Bom vê-lo por aqui outra vez mano.
O impossível vai-se, torna-se possível no amor. A vida é cheia dessas coisas.
Você andava sumido Leandro. Suas palavras, doces como um batom vermelho na boca amada, encheram meu início de domingo de poesia. Bom te ver irmão.
Abração
Saudade da sua poética. Saudade do seu modo de ver e sentir o amor. Porque nem toda história de amor tem um final ou um começo certo. E nem todo batom vermelho é doce também. Pelo menos nem sempre.
Beijo grande, Lê!
Perfeito, Leandro!
Não resisti e li de trás pra frente também...
E ficou lindo da mesma forma, porque sua poesia é como o amor, não tem princípio, nem fim. E é viva!
Amei. Saudade de te ler.
Beijos.
Bótimo te ver cá por essas bandas, Lê!!!!!
E, bem, o que seria do mundo se não fosse a sublimação, heim?
Gostei do "Bótimo" rs.
Ah Leandro, você ta apaixonado.. assim não vale! Dá nem pra competir! Rsrsrs
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